Acervo

 
 
 

O ACERVO ARQUIVÍSTICO E OUTROS ACERVOS

O Arquivo Municipal de Lisboa é um dos maiores e mais antigos arquivos do país, sendo detentor de um acervo documental bastante diversificado, desde o século XIII até à atualidade, constituído por fundos e coleções de documentação de natureza gráfica e textual, cartográfica e arquitetónica, fotográfica e videográfica, de grande importância para o estudo da cidade.

Desta forma, a estrutura do quadro de classificação documental, onde se organiza o acervo do arquivo, reflete essa mesma diversidade de conjuntos documentais, de proveniência interna e externa, referentes à memória da cidade.Tratando-se de um serviço municipal, o arquivo tem como principal responsabilidade a gestão da documentação do município, sendo que o conjunto documental mais representativo consiste no fundo da Câmara Municipal de Lisboa, onde se integra toda a documentação produzida e preservada por esta entidade, relativa ao seu âmbito de competências e ao conjunto de atividades desenvolvidas ao longo da sua história.

De forma complementar a este fundo, o arquivo detém igualmente documentação associada, como os fundos da Câmara Municipal de Belém e da Junta de Freguesia de Belém, pela sua relação geográfica e administrativa, ou os fundos da Casa dos Vinte e Quatro, do Convento de São Francisco de Xabregas e da Irmandade de São José dos Carpinteiros, relacionados por motivos históricos, sociais e funcionais.Em paralelo, o arquivo possui fundos e coleções de fotografias e de vídeos, provenientes de entidades particulares, que demonstram a evolução da cidade, em todos os seus aspetos e perspetivas, retratando factos e eventos, desde finais do século XIX até à atualidade, como é possível constatar na documentação dos fundos de Artur Pastor, de António Passaporte e de Eduardo Portugal.

O arquivo detém, ainda, um conjunto de projetos de arquitetura e de levantamentos topográficos, que revelam a evolução arquitetónica e o crescimento urbanístico da cidade, desde o século XIX e, sobretudo, ao longo do século XX, visível na documentação dos fundos de Cassiano Branco, de Francisco Keil do Amaral e de José Luiz Monteiro, entre outros.

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