Fundo Francisco Keil do Amaral

 
 
 

CATÁLOGO DO FUNDO FRANCISCO KEIL DO AMARAL

O presente catálogo refere-se ao fundo Francisco Keil do Amaral e compreende os registos descritivos normalizados deste conjunto documental, desde o nível geral (fundo) até aos níveis específicos (documentos).

O tratamento arquivístico deste fundo foi assegurado num primeiro momento em 2010, por ocasião da doação deste arquivo particular à Câmara Municipal de Lisboa, na sequência das exposições "Keil do Amaral: o arquitecto e o humanista”, no palácio Galveias, entre 16 de dezembro de 1998 e 14 de março de 1999, e "Keil do Amaral: fotografia”, patente no museu da Cidade, de 12 de março a 28 de abril de 1999.

Desde então, houve oportunidade de rever a organização deste acervo e de validar os respetivos registos descritivos, sem que, no entanto, se tenha disponibilizado ao público interessado, um instrumento de descrição que desse a conhecer a totalidade do arquivo deste importante arquiteto.

A edição do presente catálogo vem suprimir esta lacuna e ocorre no âmbito de um conjunto de iniciativas, a desenvolver entre novembro de 2021 a maio de 2022, que destacam um dos mais importantes arquitetos portugueses do século XX, responsável por uma vasta e significativa obra teórica e construída, decisiva para a afirmação de uma plena consciência moderna na arquitetura do nosso país. Cumpre assim um duplo papel, o de divulgação deste arquivo particular e o de evocação do seu produtor. O fundo Francisco Keil do Amaral é constituído por um conjunto diversificado de estudos e projetos arquitetónicos, bem como documentação particular, que documentam o percurso pessoal e profissional do arquiteto, permitindo um melhor conhecimento da sua obra. Encontra-se digitalizado e disponível online.

Nele se encontra documentação sobre o parque florestal de Monsanto, o parque Eduardo VII e o jardim do Campo Grande, o Metropolitano de Lisboa e a União Elétrica Portuguesa, projetos para arquitetura habitacional, para arquitetura funerária e religiosa, assim como projetos de comércio e indústria, saúde, transportes, agrícolas, culturais, desportivos, escolares, sociais, turísticos, de lazer e recreio, projetos de equipamentos e mobiliário urbano e de escritório, e ainda documentação particular, nomeadamente, estudos manuscritos, impressos e académicos, fotografias, artigos e anúncios de jornais, revistas e brochuras.

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