Notícias do Arquivo | Dezembro 2021

 
 
 


© Arquivo Municipal de Lisboa | Desenho de calçada recolhido na rua Vítor Cordon atribuído a Eduardo Bairrada, pormenor

O Arquivo Municipal de Lisboa informa...

A partir deste mês o Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico irá abrir ao público dois sábados por mês, a saber: 11 e 18 de dezembro e 15 e 22 de janeiro, entre as 10h00 e as 18h00, permitindo assim a visita às exposições patentes ao público. Informamos, no entanto, que o mesmo está encerrado ao público até dia 7 de dezembro, por motivo de obras.

A videotecatambém retomou o seu horário habitual de abertura ao público, das 10h00 às 17h00, sem interrupção para almoço. As marcações para a sala de visionamento devem ser agendadas previamente.

Informamos que a nossa base de dados sofreu um pequeno ajuste na pesquisa ao nível dos pólos de Arquivo, nomeadamente com a alteração da documentação anteriormente atribuída ao 'Arco do Cego', estar agora incluída e disponível para pesquisa no 'Arquivo Histórico'.

No mês em que celebramos o Natal, recordamos que temos à sua disposição um leque de publicações que pode adquirir, tais como os livros recentemente publicados "Artur Pastor" e "Homem Morto Passou Aqui" e os puzzles de Cassiano Branco, disponíveis em versão adulto e infantil, entre outros. Faça-nos uma visita!

Boas Festas!

Fernando Pina, 221/67 ex voto© Arquivo Municipal de Lisboa |Fotográfico, exposição "Aqui Lisboa: anos 80"

Exposições | Sugestões do mês

Continuam em exibição no Arquivo Fotográfico as exposições de Valter Vinagre, Homem Morto Passou AquiAqui Lisboa: Anos 80 de José Vieira Mendes e Paperworks (See/Sea) de Maija Annikki Savolainen, bem como o projeto fotográfico de Fernando Pina, 221/67 - ex-voto, que dá corpo à edição de 2021 do projeto |a imagem contextualizada|, com término agendado para 23 de novembro, mas que prolongamos até 7 de janeiro.

A 9 de dezembro, pelas 18h00, pode acompanhar mais uma visita guiada pelo autor, à exposição "Aqui Lisboa: Anos 80", bastando que faça a sua marcação prévia para o email arquivomunicipal.servicoeducativo@cm-lisboa.pt.

Sugerimos ainda uma visita à exposição de fotografia Artur Pastor: O Povo no Panteão, uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa / Arquivo Municipal de Lisboa, e a Direção Geral do Património Cultural / Panteão Nacional. A exposição estará patente ao público no Panteão Nacional até 6 de fevereiro do próximo ano, e visa, também, assinalar o centenário do nascimento do fotógrafo Artur Pastor.(...)

© Arquivo Municipal de Lisboa | Joshua Benoliel, O culto da árvore, alunos das escolas plantam árvores no antigo largo do Matadouro, 1910

Cadernos do Arquivo Municipal | Chamada para artigos

O número contará com a coordenação científica de Jorge Ramos do Ó (IE-ULisboa) e Carlota Boto (FE-USP), e pretende mapear, identificando-os na sua própria proveniência histórica, um conjunto amplo de instituições públicas, experiências pioneiras e discursos pedagógicos inovadores que estiveram na génese e consolidação de uma intenção educativa explícita a partir da Era Moderna e que, no caso português e a partir do Estado, se desenvolve com a expulsão dos jesuítas e sob o efeito do grande terramoto de Lisboa, cujo impacto foi amplamente visível em todo o Ocidente.

Procura-se assim, com esta edição dos Cadernos do Arquivo Municipal, e a partir de investigações específicas, contribuir para a inteligibilidade de toda uma operação civilizacional que foi articulando, de modo crescentemente eficaz e substantivo, as esferas do poder com as do saber. (...)

Crianças com balões, 192-

© Arquivo Municipal de Lisboa | Keil do Amaral e Luís Mateus Júnior, Arranjo do Parque Eduardo VII com a localização dos Edifícios Públicos, pormenor, 1945

Serviço Educativo | Visitar Keil

No âmbito da iniciativa 'Visitar Keil', o Serviço Educativo do Arquivo Municipal de Lisboa preparou um programa para celebrar a importância do arquiteto Francisco Keil do Amaral para a cidade de Lisboa.

Ao longo dos próximos meses iremos 'Explorar a cidade' no Jardim do Campo Grande ou no Parque Eduardo VII, e realizar percursos fotográficos.

Os mais novos terão oportunidade de conhecer melhor o trabalho deste arquiteto nos artigos que lhe serão dedicados na próxima edição do Jornal Kivo e através de um jogo criado especialmente para esta iniciativa.

VISITAR KEIL reúne um conjunto de iniciativas que destacam um dos mais importantes arquitetos portugueses do século XX, Francisco Keil do Amaral, responsável por uma vasta e significativa obra, teórica e construída, decisiva para a afirmação de uma plena consciência moderna na arquitetura do nosso país.

© Arquivo Municipal de Lisboa |Retrato de família, 1906-1921

Documento do mês | Fotografias de família num espaço e tempo colonial

Desde meados do século XIX que a fotografia foi considerada como uma representação objetiva da realidade, apesar das suas limitações no que respeita à captura e fixação da imagem ou movimento e à possibilidade de manipulação intencional ou involuntária.

Do mesmo modo, como forma de representação do espaço e do tempo, a fotografia fornece uma ótica diferente de explorar um momento fixado numa imagem. A capacidade de perceção e leitura que a fotografia permite, informada pela visão subjetiva, pelo consumo de imagens e pela sua crescente proeminência em relação a outras formas de comunicação, desafia-nos a interrogar conceções do mundo e da sociedade que, por vezes, se negligencia ou se dá como consolidada numa memória inerte.

A fotografia que se traz à colação será da autoria de António Ayres da Silva (1875-1939), engenheiro de formação, com carreira militar e um posto de administração colonial em Angola no início do século XX. Sabemos que Ayres da Silva cedo ingressou no exército, em 1892, tendo progredido na carreira militar e recebido diversas condecorações, distinções e louvores por competência e zelo. Em 1906, com 31 anos, foi colocado em Angola onde assumiu o cargo de administrador da 5ª Circunscrição Civil de Luanda, tendo permanecido na colónia por 15 anos, regressando a Lisboa em 1921 com uma companheira africana e quatro filhos sobreviventes. Deste período na administração colonial em Angola, Ayres da Silva foi o responsável por um conjunto de obras, entre as quais a construção de pontes e a abertura de mais de 700 km de troços de estrada.

Centremo-nos na fotografia (...).


Em janeiro continuam...

  • "221/67-ex-voto", Fernando Pina
  • Artur Pastor - O Povo no Panteão
  • Homem Morto Passou Aqui, Valter Vinagre
  • Aqui Lisboa: Anos 80, José Vieira Mendes
  • Paperworks (See/Sea), Maija Annikki Savolainen

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Câmara Municipal Lisboa | Direção Municipal Cultura | Departamento Património Cultural | Divisão Arquivo Municipal

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