Notícias do Arquivo | Julho/Agosto 2020

 
 
 

Lisboa Natura 2020Lisboa Natura, seleção oficial
Seleção oficial de filmes

A Seleção Oficial do Lisboa Natura 2020 está concluída e reúne um conjunto de filmes que nos revelam diferentes olhares sobre a Natureza e o ambiente natural em Lisboa. São múltiplas variantes dessa dimensão que o estado atual de pandemia veio assinalar a urgência de observar e preservar.

As realizadoras e os realizadores foram convidados a partilhar ideias sobre a Natureza da cidade e na cidade, a pensar esse espaço, vivenciado e percetível em retratos do real mas também nos domínios do desejável e do imaginado.
As obras participantes irão constituir um Arquivo Ecovideográfico em plataforma digital da Câmara Municipal de Lisboa. Conheça a seleção oficial de filmes e os seus autores no
nosso site.

Os filmes selecionados serão exibidos no primeiro Festival Ecovídeo da capital portuguesa, agendado para os dias 18, 19 e 25, 26 de setembro na Estufa Fria, caso a situação de pandemia o permita.

O filme vencedor receberá um prémio Colorfoto e Decathlon, patrocinadores da iniciativa.

Exposição Contos de Lisboa
Contos de Lisboa de Mónica de Miranda
Serviço Educativo promove visitas para crianças

A exposição Contos de Lisboa, de Mónica de Miranda continua aberta ao público até 3 de outubro, embora num horário mais reduzido e seguindo todas as recomendações da Direção Geral de Saúde.

O Serviço Educativo do Arquivo Municipal de Lisboa propõe realizar visitas guiadas à exposição, entre os dias 6 e 24 de julho, para o público infantil, dos 6 aos 12 anos.

As visitas destinam-se a grupos organizados com uma lotação máxima de 10 participantes, orientadas numa óptica de promoção do conhecimento de uma Lisboa menos visível, bem diferente daquela que conhecemos, convidando a ver outros lugares dentro da cidade, a descobrir uma Lisboa de construções, transformações e ruínas e, finalmente, a refletir sobre o que fica para trás quando temos que deixar a casa onde vivemos.

As visitas decorrem de segunda a sexta-feira às 10h30 e estão sujeitas a marcação prévia através do e-mail arquivomunicipal.servicoeducativo@cm-lisboa.pt.

Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma, 246 - 1100-394 Lisboa
Visitas guiadas para crianças: 6 a 24 de julho, 10h30
Exposição: até 03 de outubro
Horário: Segunda a sexta-feira, das 13h30 às 16h30
Entrada livre

Rua Rodrigues Sampaio, 17, Lisboa, Pormenor da porta, Obra 52506; Processo 23230/DSC/PG/1942

Olhar Cassiano
Concurso de fotografia

Assinalamos em 2020 o 50º aniversário da morte do Arquiteto português Cassiano Branco, cujo espólio se encontra à nossa guarda.
Neste âmbito estamos a promover o programa "Olhar Cassiano", um conjunto diversificado de iniciativas que permitem olhar para este arquiteto sob várias perspetivas e conhecer melhor a obra que nos legou.

Olhar Cassiano é também o título do concurso de fotografia que está a decorrer até 30 de agosto, que tem por finalidade sensibilizar o público em geral para a arquitetura de Cassiano Branco em Portugal, e de desafiar a descoberta e divulgação de facetas menos visíveis da sua arquitetura e promover a fotografia de arquitetura como meio de expressão.

As fotografias deverão refletir, considerando a sua composição e/ou enquadramento, o registo das manifestações, características ou especificidades das obras arquitetónicas deste arquiteto em Portugal.

A esta iniciativa associaram-se o Instituto Português de Fotografia, a revista zOOm, a Niobo e o Hotel Britania, onde serão entregues os prémios deste concurso a 3 de dezembro.

Do júri fazem parte Fernando Guerra, Francisco Feio, Luís Pavão, Maurício Reis e Hugo Pinho e Paulo Tormenta Pinto, que é também o coordenador científico do colóquio nacional Cassiano Branco, 50 anos depois que irá decorrer em novembro na Fundação Calouste Gulbenkian.

Consulte o regulamento do concurso no nosso site e conheça a programação prevista para toda a iniciativa "Olhar Cassiano" disponível no nosso site.
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Chamada para artigosVista aérea do Edifício dos Serviços Administrativos da Expo 98. Plano pormenor da construção do telhado | 27-02-1997 | Autor: Homem à Máquina, fotografia | Cota: SA02-10-02
Os materiais de interesse histórico que constroem o património edificado: correlações, usos, paisagens

Encontra-se aberto o período de chamada para artigos para o nº 16 da revista científica Cadernos do Arquivo Municipal, cujo dossier temático é dedicado aos materiais de interesse histórico que constroem o património edificado: correlações, usos, paisagens. Este número terá a coordenação científica de Marluci Menezes, António Santos Silva, e Maria do Rosário Veiga, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Portugal (LNEC).

"Os materiais de construção ajudam à definição da imagem das cidades e dos lugares, consolidando a ideia de um património construído associado a um dado ambiente físico, social e cultural. Nesses incluem-se os revestimentos, a pedra, o tijolo, a madeira, os pigmentos, o metal, enfim, um conjunto variado de matéria obtida na natureza que as sociedades humanas transformam, dando-lhes vida de diferentes formas, modos e estilos, e a partir de uma diversidade de relações, usos e combinações que, ao criar valor cultural, particularizam lugares de património."

Como podemos então olhar para o património urbano a partir dos materiais de construção com interesse histórico?

Para o dossier temático deste número, sugere-se o foco nesses materiais, visando a relação entre património edificado, conhecimento e sociedade. Propõe-se uma abordagem multidisciplinar, ampla, vasta e diversificada dos vários aspetos que influenciam a realidade patrimonial das cidades, com o objetivo de explorar aspetos diversificados da mediação entre esses materiais e património cultural.

Os artigos podem ser enviados até 31 de dezembro de 2020.

A reprodução dos documentos do Arquivo Municipal de Lisboa necessários à elaboração dos artigos será facultada gratuitamente.

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Lisboa covid-19Cais do Sodré, 11-04-2020 | Autor: Luís Pavão | Cota: LXC000250
Levantamento fotográfico em tempo de pandemia

A pandemia, o confinamento e o distanciamento social foram o mote que sustentou o presente trabalho fotográfico, denominado Lisboa Covid-19, e que agora disponibilizamos na base de dados do Arquivo Municipal de Lisboa.

Iniciado em março e concluído em maio de 2020, este levantamento realizado em suporte digital, reúne imagens da autoria de José Vicente, Luís Pavão, Miguel Pité e Pedro Lourenço, e pretende ser uma mostra representativa da vivência na cidade de Lisboa durante o período em que vigorou o estado de emergência e o estado de calamidade em Portugal.

A estratégia de resposta do país perante a pandemia COVID-19 implicou a definição e aplicação de um conjunto de medidas que visaram a mitigação e controle da doença em todo o território nacional. Os comportamentos e as vivências sofreram uma profunda mudança.

Lisboa passou a ser uma cidade silenciosa e permeável à contemplação da natureza e dos espaços públicos.
O turismo desapareceu. As ruas ficaram calmas, silenciosas e pouco visitadas.
Os estabelecimentos comerciais foram encerrados. A cidade alterou rotinas e horários.
A imagética deste território em mutação apresenta-nos agora, uma cidade conferida de esperança, sob a égide "Vai ficar tudo bem".

A coleção encontra-se disponível para consulta e reprodução na nossa base de dados, através da expressão de pesquisa, "Lisboa Covid 19”.
Obra 65377; Volume 3, Processo 182/DMPGU/OB/2000 - Tomo 7; Pág. 160
Estádio José Alvalade [Alvalade XXI]
Sporting Clube de Portugal

A construção deste equipamento desportivo, instalado entre a avenida Padre Cruz, a 2ª Circular e a alameda das Linhas Torres, deveu-se à necessidade de substituir o anterior estádio José Alvalade, que estava bastante degradado, não permitindo a sua recuperação.

Pretendia-se que o novo estádio não fosse somente um recinto de futebol, mas que integrasse uma infraestrutura comercial mais vasta, de que o desporto-rei seria apenas uma entre inúmeras ofertas.

Importa salientar que tudo isto foi feito muito antes da decisão de atribuir a Portugal a organização do Euro 2004. De facto, o projeto do novo estádio do Sporting foi apresentado pela primeira vez na Assembleia Geral de 12 de maio de 1999, tendo a construção do Alvalade XXI iniciado a 16 de janeiro de 2001, como o seu processo de obra evidencia, através do primeiro processo que integra, datado de 2000, cujo assunto é "Obra de construção”, com as respetivas especialidades. 
O processo de obra particular do complexo Alvalade XXI, de que o novo estádio José Alvalade faz parte, tem o número 65377, sendo constituído por 185 volumes, o que faz dele um dos maiores que se encontra no Arquivo Municipal de Lisboa.

O novo estádio José Alvalade, com 56.076 lugares, todos sentados e cobertos, e o complexo Alvalade XXI, que inicialmente também incluía um centro comercial, um multidesportivo, o museu e a loja do Clube, um ginásio e uma clínica privada, bem como o edifício Visconde de Alvalade, onde se encontra a sua sede, foram inaugurados a 6 de agosto de 2003, num jogo frente ao poderoso Manchester United.

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Dia Mundial da Fotografia - 19 de agosto
Oficina de conservação preventiva de negativos de vidro

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