Notícias do Arquivo | Maio 2019

 
 
 
Notícias do Arquivo | Abril 2019


Saudade de PedraO que é o Arquivo - Laboratório 3
Espaço expectante: Cidade / Arquivo

Cidade / Arquivo é o tema central do terceiro e último laboratório do ciclo de encontros O que é o Arquivo?, que terá lugar entre os dias 15 e 17 de maio na Biblioteca de Marvila.

Dando continuidade ao debate já iniciado em 2017, nomeadamente em torno da definição contemporânea de Arquivo, este laboratório irá declinar as suas perguntas e investigações do contacto direto com um território.

A zona oriental da cidade atravessa atualmente um período de intensa transformação. Marvila é então, em simultâneo, objeto de observação e estudo, e ponto de encontro das mesas de trabalho e da projeção de cinema ao ar livre que compõem o laboratório, durante o qual, investigadores e artistas se debruçam sobre o tema.

Organizadas sob três linhas de investigação: "Território” (desenho e planeamento), "Estratos” (tempo) e "Terreno” (ocupação), farão parte das mesas de trabalho: Alexandra do Carmo, Ana Alcântara, Carla Filipe, Catarina Alves Costa, Eduardo Ascenção, Fernanda Fragateiro, Joana Braga, José A. Bragança de Miranda, Luís Santiago Batista, Maria Filomena Molder, Paulo Catrica e Susana Ventura.

As sessões de trabalho decorrem no dia 15 às 15h00 e no dia 16 às 10h00 e às 15h00. O laboratório termina no dia 17, com uma sessão de cinema ao ar livre, pelas 21h30, nas imediações da biblioteca, onde serão exibidos: A Primeira Árvore no Parque de Chelas (reportagem da RTP, de 24 Janeiro de 1974); Brasília: contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade; Pé na Terra, de João Vladimiro e Fire Child, de Gordon Matta – Clark.

Biblioteca Municipal de Marvila
Rua António Gedeão, 1950-374 Lisboa
15, 16 e 17 de maio
Entrada livre

Colóquio e lançamento do catálogoIluminura com a representação de uma refeição (pormenor, António de Holanda (atribuído), Séc. XVI (c.1517-1551; Livro de Horas dito de D. Manuel I; Calendário (mês de janeiro), Museu Nacional de Arte Antiga
Pão, Carme e Água: Memórias de Lisboa Medieval

Na continuidade da exposição dedicada ao abastecimento a Lisboa Medieval, irá decorrer um colóquio a 30 de maio subordinado ao mesmo tema, assim como o lançamento do catálogo que servirá de apoio ao visitante da exposição e permanecerá como testemunho documental da mostra.

Coordenado por Amélia Aguiar Andrade e Mário Farelo, o colóquio contará com a participação de diversos investigadores como Manuel Fialho Silva, António Marques, Lídia Fernandes, Cleia Detry, Fábio Costa, Carlos Guardado da Silva, Ana Cláudia Silveira e Iria Gonçalves.

O colóquio de entrada gratuita, mas sujeita a marcação prévia, encerra com o lançamento do catálogo da exposição por Hermenegildo Fernandes e com uma visita à exposição guiada pelos coordenadores científicos.

Arquivo Nacional Torre do Tombo
Alameda da Universidade, Edifício da Torre do Tombo, 1649-010 Lisboa
30 de maio, das 10h00 às 19h00
Entrada livre

Rossio


Descobrir Lisboa Medieval
Pão, Carne e Água: Memórias de Lisboa Medieval

Como era o abastecimento à cidade de Lisboa na época Medieval? Que tipo de alimentos eram consumidos e como eram confecionados? Como se processava o comércio e como era regulado?

Esta e outras perguntas encontram a sua resposta na exposição "Pão, Carne e Água: Memórias de Lisboa Medieval" organizada em parceria com o Instituto de Estudos Medievais FCSH/NOVA, e que poderá ser visitada até 26 de julho na Torre do Tombo.

Estão agendadas visitas guiadas para os dias 28 de maio e 25 de junho. As mesmas são gratuitas, mas sujeitas a marcação prévia.

Arquivo Nacional Torre do Tombo
Alameda da Universidade, Edifício da Torre do Tombo, 1649-010 Lisboa
28 de maio, 11h00 e 15h00 | 25 de junho, 15h00

Entrada gratuita, sujeita a marcação prévia: arquivomunicipal@cm-lisboa.pt | 213 807 150/4

Cinema Vídeo
Conversas foto-fílmicas: TRAÇA
Filmes de Família - Do arquivo à re-inscrição

Esta sessão das Conversas Foto-fílmicas traz a diálogo Inês Sapeta Dias e Fátima Tomé, programadoras da TRAÇA - projeto de recolha, estudo e exposição de filmes de família na nossa videoteca.

"O que pode ser lido do gesto quotidiano de filmar para mostrar à família: filmar só para poder relembrar, ou guardar um momento íntimo para sempre? Que novos sentidos podem ser dados aos filmes amadores?" são as perguntas que esta sessão moderada por Ana Azevedo irá abordar, assim como cruzamentos entre o particular e o universal na imagem fílmica vernacular e a importância da sua preservação e mostra.

Além do trabalho de conservação destes arquivos, a TRAÇA contempla uma Mostra bienal que, nos dois eventos que ocorreram em 2015 e 2017, deu a conhecer alguns dos filmes amadores, caseiros, oriundos de arquivos familiares, feitos na cidade de Lisboa ou por lisboetas. Do diversificado programa destes eventos surgiram também colaborações com outras entidades culturais e artistas, numa simbiose que levanta outras questões sobre esta tipologia de filmes: que reactivações ou reapropriações podem ser deles feitas, como podem ser feitas e o que acontece?

Para aguçar esta discussão foram desafiados dois dos artistas que colaboraram com a TRAÇA a falar sobre os seus próprios processos criativos e partilhar os resultados com o público: José Filipe Costa e Alex Cassal.

"Conversas foto-fílmicas” são momentos de diálogo entre artistas e investigadores das áreas da Fotografia e do Cinema e o público com entrada gratuita, mas sujeita ao número de lugares disponíveis.

Arquivo Municipal de Lisboa |Videoteca
Largo do Calvário, 2- 1300-113 Lisboa
30 de maio, 18h00 - 19h30
Entrada livre
Documento do mês
Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/FNAJ/001/000876/001
125 anos do Teatro Municipal São Luiz
Uma instituição, várias identidades

No mês em que se assinala o 125º aniversário da inauguração de uma das casas de espetáculo mais emblemáticas da Capital portuguesa, o Arquivo Municipal de Lisboa divulga o documento que legitimou a sua atual identidade: Teatro Municipal São Luiz.

Destaca-se a escritura de compra deste teatro, inicialmente de caráter privado, foi adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa à sociedade anónima de responsabilidade limitada, "A. Ramos - Sociedade Cinematográfica e Teatral”, em 6 de maio de 1971. A edilidade lisboeta concretizava assim o desejo de adquirir uma sala de espetáculos própria:

"Era assim muito velha a aspiração comum de um Teatro Municipal na cidade de Lisboa, mas era também necessidade da Câmara possuir uma sala condigna que pudesse servir múltiplas iniciativas ou ideias, tantas vezes abandonadas por carência de local apropriado.”

Apesar desta transição de entidade particular para entidade pública, contam-se várias fases na história do Teatro Municipal São Luiz, algumas marcadas com a alteração da sua denominação ditada pela conjuntura de cada época.

Saiba mais sobre a história do Teatro Municipal São Luiz lendo o nosso documento na íntegra.

Próximo mês
Tome notaTome nota
"O que é o Arquivo?"
Espaço Expectante| Laboratório 3: Cidade / Arquivo
Sessões de trabalho
Cadernos do Arquivo Municipal - Lançamento do número 11
O Hospital Real de Todos-os-Santos: a saúde e a cidade na Época Moderna

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