Notícias do Arquivo | Março 2021

 
 
 

© Arquivo Municipal de Lisboa | Escola Prática de Comércio, aula prática de Físico-Químicas
Alberto Carlos Lima, 19-- | Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/LIM/002868

Cadernos do Arquivo Municipal | Chamada para artigos

Está aberta até 31 de dezembro a chamada para artigos para o n.º 18 dos Cadernos do Arquivo Municipal, que terá como tema as "Artes de educar: emergência e edificação do paradigma escolar moderno (meados do século XVIII, primeiro quartel do século XX).

O número contará com a coordenação científica de Jorge Ramos do Ó (IE-ULisboa) e Carlota Boto (FE-USP), e pretende mapear, identificando-os na sua própria proveniência histórica, um conjunto amplo de instituições públicas, experiências pioneiras e discursos pedagógicos inovadores que estiveram na génese e consolidação de uma intenção educativa explícita a partir da Era Moderna e que, no caso português e a partir do Estado, se desenvolve com a expulsão dos jesuítas e sob o efeito do grande terramoto de Lisboa, cujo impacto foi amplamente visível em todo o Ocidente.

Procura-se assim, com esta edição dos Cadernos do Arquivo Municipal, e a partir de investigações específicas, contribuir para a inteligibilidade de toda uma operação civilizacional que foi articulando, de modo crescentemente eficaz e substantivo, as esferas do poder com as do saber. (...)



Arquivo Municipal de Lisboa | Modelo Globo, produção Ernst Plank 1890/95
Lanterna Mágica | Um instrumento ótico fascinante

O Arquivo Fotográfico guarda no seu acervo alguns exemplares de lanternas mágicas, o instrumento ótico que potencializou o aparecimento da fotografia e do pré-cinema. Utilizada por muitos em áreas tão diferenciadas como a ciência, a pedagogia e o entretenimento, sabe-se que foi inventada no séx. XVII, embora o primeiro registo do seu uso em Portugal seja de 1800.

As lanternas eram vendidas dentro de caixas de madeira ou papelão com conjuntos de vidros coloridos pintados com tintas translúcidas. Os conjuntos podiam ser simples, compostos por dois ou mais vidros ou com mecanismos que criavam movimento e efeitos assombrosos.
Os serões eram passados em família a ver estas projeções.
Saiba mais sobre a lanterna mágica aqui.



Os símbolos de Lisboa | Brasão e bandeira

Já pensaste para que serve uma bandeira? Achas que nos pode salvar a vida? Ou não passará de um pedaço de tecido com uns desenhos? Uma bandeira é símbolo visual e pode representar um país, um município, um distrito, uma freguesia, uma empresa, um clube desportivo ou mesmo uma família, mas também há bandeiras na praia ou em alguns eventos desportivos para dar início ou fim de uma prova.

O que é importante é saber o que lá está representado. É por isso que existe uma ciência que nos dá essa informação, a Heráldica.

Com a atividade Constrói a tua bandeira municipal disponibilizada pelo Serviço Educativo vais descobrir os símbolos da cidade de Lisboa, a sua forma, cores, o que significam e por que razão estão desenhados neste retângulo de fundo branco e preto.

Os interessados em saber mais sobre a história e origem do nosso brasão e bandeira municipal, podem consultar o texto de Francisco Matos A Bandeira Municipal de Lisboa: introdução à vexilologia autárquica olisiponense, que fez parte do número 5 da 1ª série dos Cadernos do Arquivo Municipal, editado em 2001.


© Arquivo Municipal de Lisboa| Pormenor de uma perspectiva parcial do projeto de arborização e ajardinamento da avenida da Liberdade
Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PURB/002/05202


Documento do mês | Remodelação da Avenida da Liberdade

Composto por 117 folhas, o nosso documento do mês de março é um estudo de remodelação da avenida da Liberdade realizado entre 1955/58. É composto pelo anteprojeto, por um conjunto de estudos parcelares para a remodelação da avenida e da praça Marquês de Pombal, um plano coordenador das obras da rotunda, imagens da projetada maquete, plantas de escalas diversas, vários desenhos das diferentes artérias e, ainda, um parecer do vereador Francisco Ribeiro Ferreira.

O documento inclui também o projeto de arborização e ajardinamento de todo o eixo da avenida da Liberdade, da autoria de Gonçalo Ribeiro Telles, que mostra, em desenho, a visão inovadora do arquiteto, ao separar o passeio dos arruamentos laterais através de arbustos e árvores, de forma a isolar esta área do trânsito no eixo central e do estacionamento em espinha.

Na memória descritiva, datada de agosto de 1955, Ribeiro Telles alertava para
(...)



No próximo mês...

  • Apresentação do documentário "Percorrendo a Cerca Moura"

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