Notícias do Arquivo | Novembro 2018

 
 
 

9ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa
Autores e editores portugueses

O Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico vai receber mais uma edição da Feira do Livro de Fotografia de Lisboa nos dias 23, 24 e 25 de novembro, desta vez dedicada aos autores e editores portugueses.

O visitante poderá encontrar ao longo dos três dias um mercado de fotolivros, livros de autor, maquetas (dummies), editores independentes, livrarias, visitar a exposição de Helena Corrêa de Barros, Fotografia, a minha viagem preferida, e participar em conversas, apresentações e workshops. A organização, atenta também aos mais pequenos, irá promover atividades para crianças.

Nesta feira do livro de fotografia iremos lançar o catálogo da exposição de Carlos Nogueira, fotografias de trabalho. e outros desenhos que esteve patente ao público no nosso arquivo entre 17 de maio e 15 de setembro de 2018.

A 9.ª Feira do Livro de Fotografia de Lisboa é uma organização dos Novos Suspeitos em parceria com o Arquivo Municipal de Lisboa.

Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma, 246 - 1100-394 Lisboa
Exposição: 23, 24 e 25 de novembro
Entrada livre

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Filipa Martins, Filipa Ventura, Inês Mendes Leal e Lea Renée Vajda

Nesta edição do projeto d' | a imagem contextualizada |, que tem como objetivo dinamizar a sala de leitura do AML | Fotográfico, promovendo-a como lugar de exposição e debate, convidamos Filipa Martins, Filipa Ventura, Inês Mendes Leal e Lea Renée Vajda, para expor os seus trabalhos, As Flores do Mal, Desabitado, Vindâss e AETHER, respetivamente, enquadrados na nova fotografia experimental e abstrata.

A abrir esta mostra, que se irá manter até 25 de janeiro de 2019, Pedro Tropa irá conduzir uma conversa com as autoras, a 27 de novembro, pelas 18h30.


Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma, 246 - 1100-394 Lisboa
Conversa com Pedro Tropa e as autoras: 27 de novembro, 18h30
Exposição: 28 de novembro a 25 de janeiro de 2019
Entrada livre



Helena Corrêa de Barros
Fotografia, a minha viagem preferida

No sentido de explorar a exposição de Helena Corrêa de Barros, Fotografia, a minha viagem preferida, a decorrer no AML | Fotográfico, até 23 de fevereiro de 2019, estão agendadas duas visitas guiadas, destinadas ao público adulto, nos dias 7 de novembro e 16 de janeiro às 15h00.

A participação é gratuita mas sujeita a marcação prévia através do e-mail: arquivomunicipal.servicoeducativo@cm-lisboa.pt.

Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma, 246 - 1100-394 Lisboa
Visitas guiada: 9 de novembro  - 15h00
Exposição: Até 23 de fevereiro de 2019
Entrada livre

Mala de cartão...
Para as minhas viagens preferidas

O que é uma viagem? Como se viaja? A fotografia pode ser uma viagem? Na exposição de Helena Corrêa de Barros descobrimos fotografias de viagens tiradas perto e longe daqui.
E nós, também tiramos fotografias quando viajamos? O que fazemos com essas fotografias?
Aproveitamos a oportunidade de viajar através das fotografias desta artista para encher a nossa mala de cartão.

Esta atividade do serviço educativo, tem como público-alvo os alunos do pré-escolar e do 1º ciclo do Ensino Básico. É limitada a uma turma por sessão e tem duração de 60 minutos, e necessita de marcação prévia.

Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico
Rua da Palma, 246 - 1100-394 Lisboa
Segunda a sexta-feira - às 14h30
Entrada e participação livre (mediante marcação prévia)
Conversas foto-fílmicas
Videoteca recebe conversas sobre Alexandre Estrela

O ciclo de conversas "Conversas foto-fílmicas", promovido pelo Cluster em Estudos Visuais e Arqueologia dos Média (FCSH / UNL), pretende criar um diálogo entre o público e artistas contemporâneos e académicos da área da fotografia e cinema. A sessão de novembro irá decorrer no Arquivo Municipal de Lisboa | Videoteca, e propõe o encontro com o trabalho de Alexandre Estrela, numa conversa moderada por Filippo De Tomasi.

A entrada é gratuita, sujeita ao número de lugares disponíveis. Inscrição prévia para o e-mail:  clusterevam@gmail.com​​.

Arquivo Municipal de Lisboa | Videoteca
Largo do Calvário, n.º 2, - 1300-113 Lisboa
29 de novembro, 18h00
Entrada livre

O Rossio em meados do século XVIII, desenho à pena | Código de referência: PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/MNV/000361
Chamada para artigos
O Hospital Real de Todos-os-Santos: a saúde e a cidade na Época Moderna

Até 31 de janeiro de 2019 estamos a receber propostas para artigos para o número 11 dos Cadernos do Arquivo Municipal, o qual terá como tema "O Hospital Real de Todos-os-Santos: a saúde e a cidade na Época Moderna", e será coordenado por Edite Alberto e Rodrigo Banha da Silva.

Projetado de acordo com os ideais da Modernidade, o Hospital Real de Todos-Os-Santos foi o mais importante edifício público civil de Lisboa, um complexo que emergiu paulatinamente como plataforma giratória de saberes no contexto da expansão portuguesa, mas também uma das mais poderosas instituições da cidade.

Explorando a documentação do Arquivo Municipal de Lisboa, pretende-se revisitar as relações do Hospital Grande com a cidade, a gestão da saúde e os vários poderes ali sediados, complementando o conhecimento disponível com investigação atual. O número pretende abordar a saúde na cidade em Época Moderna tendo o Hospital Real de Todos-Os-Santos como seu fulcro, nas suas múltiplas dimensões institucional, económica, médico-terapêutica, assistencial, urbana, artística e arqueológica.

Informações: am.cadernos@cm-lisboa.pt | Telef. 213 807 100
AML-AH, Chancelaria Régia, Livro 8º de Consultas, Decretos e Avisos de D. José I, f. 366 a 367vDocumento do mês
[Aviso do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, na sequência do Terramoto, sobre o envio de tropas à capital do reino, para apoio no estado de calamidade]

Este mês, evocamos o Terramoto de 1 de novembro de 1755, que assolou a capital do reino, perto das 9h45m.
Na sequência da catástrofe, o pânico instala-se, registando-se a fuga dos sobreviventes para zonas fora do termo da cidade. O êxodo urbano foi ainda avolumado por ministros régios, pelo restante quadro de pessoal dos órgãos de justiça, por D. José I e pela comitiva régia.

O caos foi igualmente intensificado por um surto de criminalidade, mercê de prisioneiros a monte, em consequência da derrocada das edificações que funcionavam como prisões.
Os efeitos do caos e da desordem causados pelo Terramoto repercutiram-se, similarmente, na administração régia.

Urgia tomar medidas, rápidas e eficazes, para assegurar um mínimo de condições de funcionalidade na cidade. Sob o mote sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos, estabeleceram-se prioridades para, de forma incisiva, se assumir a gestão da crise.

Neste contexto, a fonte documental selecionada para divulgação, integra um conjunto de documentos de cariz deliberativo e vinculativo, no intuito de enquadrar juridicamente, segundo legem, medidas para acionar, progressivamente, a reposição da ordem e a reedificação da cidade.
Ciclo de visionamentos comentados
III Conferência de Fotografia

Lançamento do n.º 10

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