PANORAMA | 1ª Mostra do Documentário Português

 

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PANORAMA | 1ª Mostra do Documentário Português



PANORAMA | 1ª Mostra do Documentário Português
2006

(Versão papel esgotada)
 
A primeira edição do PANORAMA decidiu arrumar a casa, e, mostrando todos os filmes recebidos, decidiu perguntar: "para onde olha o documentário português?”. Cruzando perspetivas sobre objetos aproximáveis, os filmes de dois anos de produção estão organizados por temáticas, pensando assim que filmes são possíveis a partir de um mesmo objeto. Para além das fichas dos filmes organizados exatamente por estes temas, PANORAMA pediu a algumas figuras da cultura portuguesa que descrevessem um documentário possível, imaginário, em falta. Essa pergunta deu origem a textos únicos (em palavras ou em imagens), onde o documentário adquire os limites da imaginação, onde se refletem preocupações ou desejos, e vontades cinematográficas. O catálogo conta assim com intervenções de Jorge Silva Melo, Rui Horta, Nuno Rebelo, Joana Vasconcelos, Henrique Amaro, Pedro Lapa, Filipa César, Luís Afonso, António Modesto Navarro, Vítor Reia-Baptista, Luísa Ferreira.
Desde a sua primeira edição que o PANORAMA decidiu olhar também para trás, através de uma rubrica – "Percursos no Documentário Português” – onde uma visita a cineastas de ontem, provoca e criano objetos, reações novas no público e cineastas de hoje. O primeiro cineasta visitado foi Manoel de Oliveira que escreveu sobre o documentário para este catálogo, e sobre cuja obra se publica igualmente um texto de António Cunha. São publicadas fichas completas dos seus filmes programados: Douro, Faina Fluvial; O Pintor e a Cidade; O Pão; As Pinturas do meu irmão Júlio.
 
"Assim foi crescendo a necessidade de um local onde, de forma mais concentrada, se pudesse vistoriar a produção recente portuguesa de documentários. E termos, de uma assentada, lugar apropriado para se saber o que se faz neste momento – um pouco por todo o lado, em escolas, produtoras, instituições… - e onde seja dada a possibilidade de discutir essa produção – e também como se faz, como se trabalha o documentário entre nós e como poderá poderia ser trabalhado. O melhor seria, julgámos, criando um ponto de encontro onde tal debate pudesse abranger grande parte dos criadores e dos seus públicos, trazer novamente para a ribalta algo que é querido ao conjunto dos documentaristas: o questionar cíclico dos seus rumos através da discussão de ideias.”

(António Loja Neves, no texto de introdução)

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