Resumos e notas biográficas

 
 
 
SEMINÁRIO CAMINHOS DO RIO | resumos e notas biográficas


Painel 1 | RIOS E CIDADES CAPITAIS

Moderador: Carlos Guardado da Silva

Licenciado em História (1994), Mestre (1998) e Doutor em História Medieval (2004) e pós-graduado em Ciências Documentais (Arquivo e Biblioteca e Documentação) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Investigador do Centro de Estudos Clássicos daquela faculdade, onde dirige o mestrado em Ciências da Documentação e Informação.
Agregado em Ciência da Informação pela Universidade de Coimbra.
 
Entre 1996 e 2015, foi o responsável pelo Arquivo Municipal de Torres Vedras, serviço que implementou no Município.
Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais (SPEM), Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História (APH) e membro do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão. Vice-Presidente da Assembleia Geral da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, e vogal da direção do Capítulo Ibérico da ISKO – International Society for Knowledge Organization. É ainda sócio da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação – SOPCOM.
Autor e coautor de diversos títulos no âmbito do património cultural e Ciência da Informação.
É membro da direção da Associação (regional) de defesa do ambiente – Real 21.
É membro do Conselho Consultivo da Rota Histórica das Linhas de Torres.

Os Avieiros do Tejo: património do rio
Vasco Pinheiro

Os Avieiros do Tejo, descritos e romanceados por Alves Redol como "nómadas do rio”, constituem ainda hoje uma comunidade de gentes vindas da praia de Vieira de Leiria, em meados do século XIX, que povoaram as margens do Tejo entre Vila Franca de Xira e Chamusca.
Tendo, inicialmente, o rio como lugar do seu habitar e o barco como casa, o povo avieiro foi-se estabelecendo, dando origem a pequenas aldeias piscatórias que se desenvolveram sobre um território marginal de transição, marcado pela indiferença e indefinido nos seus limites, ora coberto, ora descoberto pelas águas do Tejo.
Os Avieiros do Tejo: património do rio, procura identificar a singularidade de aspetos que resultaram da afirmação deste povo migrante na transformação do estuário do Tejo enquanto ecossistema de transição. A relação deste povo com o lugar, ao longo dos quase 150 anos de permanência nestas margens, consolidou uma cultura (avieira) marcada pela tradição, pelo modo de viver, e ilustrada pela arquitetura e pelos conjuntos construídos.

Vasco Pinheiro
Natural de Lisboa, licenciado pela Faculdade de Arquitetura-UTL em Arquitetura (1995), ingressa na atividade académica, como docente, em 1995, primeiro no curso de Engenharia da Academia Militar e, em 1996, no curso de Arquitetura da ULHT onde se mantém até à presente data.
Realizou provas públicas de mestrado em Teoria da Arquitetura em 1998 na UL e de doutoramento em Arquitetura em 2005, também na UL.
Mantém prática profissional como arquiteto e urbanista desde 1995, em gabinete próprio, tendo desenvolvido diversos projetos e obras para organismos públicos e privados.
Desde 1995 que participa e apresenta comunicações e conferências em diversos congressos e encontros científicos (Lisboa, Madrid, Paris, Londres, Dessau, Ankara, Ayvalik, Milão, Lomazzo, Bucareste, Volos, Valência, Rio de Janeiro).
A respetiva obra científica encontra-se publicada em revistas e livros da especialidade.

A Paisagem do Estuário do Tejo e a Imagem de Lisboa
Margarida Valla

A morfologia do Estuário do Tejo caracteriza-se por diferentes áreas geográficas, e pelas zonas ribeirinhas que se foram construindo relacionadas com atividades portuárias, comerciais, e culturais identificando a paisagem construída relacionada com a paisagem natural. O rio não deve constituir uma barreira mas faz parte integrante desse território ribeirinho. A apropriação da população das áreas marginais faz parte da memória coletiva desse espaço, através da construção de estruturas portuárias, acessibilidades, e o tráfego fluvial marítimo constitui um elemento dinâmico de conexão.
O sítio de Lisboa, à beira do Tejo, proporcionava uma zona portuária que contrastava com tecido urbano interior labiríntico, e constituía um miradouro com um panorama magnífico sobre o Tejo. Mas o Terreiro do Paço, onde se erguia o Paço Real e cais de chegada das mercadorias de Além-mar, era a "sala de visita” da cidade e referenciada nas inúmeras gravuras. Mesmo com o terramoto de 1755, Lisboa Pombalina valorizou essa relação com o rio através da edificação da nova Praça do Comércio. No séc. XIX vários miradouros transformaram-se em jardins públicos na perspetiva de que todos pudessem usufruir dessa paisagem, assim como hoje, a edificação de passeios ao longo das margens do rio caracterizam esse território.


Margarida Valla
Licenciada em Arquitetura realizou o mestrado na A.A. School of Architecture, Londres (1985); Doutoramento (História de Arte) na FLUL (2008). Como membro-fundador do Centro de Estudos de Urbanismo e Arquitetura-ISCTE (1999-04), desenvolveu vários projetos de investigação sobre as características morfológicas da cidade portuguesa em Portugal e Brasil de que resultaram várias publicações. Como membro do Artis/IHA/FLUL desenvolve POS-DOC sobre as Praças-Fortes do Alentejo.

GIS reconstruction of the Viennese Danube River landscape 1529-2010
Severin Hohensinner

Alluvial rivers show unpredictable channel changes and humans living along the river corridor repeatedly have to cope with the alterations of their physical environment. This was specifically the case in the mid-16th century when the Viennese Danube River successively abandoned its main arm that ran close to the city, and shifted further north. Due to the channel changes, the provisioning and the further development of the city were severely affected. Over centuries, massive hydraulic engineering measures were undertaken in order to secure Vienna’s demands from the 16th century onwards.
The methodological approach used for the GIS based reconstruction of Vienna’s river landscape from 1529 onwards proves that combined archival research, historical GIS, and knowledge on the river-type specific fluvial dynamics provide a useful tool for integrative research in environmental history.


Severin Hohensinner
Graduate engineer and Ph.D. in Landscape ecology/planning) has been a research assistant at the University of Natural Resources and Life Sciences Vienna, Austria, since 2001, with a focus on the reconstruction of historical river/floodplain hydromorphology and modelling of fluvial processes with special emphasis on the Austrian Danube. The results of his studies contribute to the identification of historical living conditions for the biocoenoses in riverine ecosystems. He is involved in several interdisciplinary projects in the fields of aquatic ecology, river restoration and environmental history.
Affiliation: Institute of Hydrobiology and Aquatic Ecosystem Management (IHG); University of Natural Resources and Life Sciences Vienna (BOKU)


Amaro Leite: o ambiente histórico de uma cidade-beira rio portuguesa no brasil
Gercinair Silvério Gandara

Esta discussão decorre dos nossos estudos e pesquisas sobre as relações históricas entre cidades e rios no Brasil. Procuro compreender as diferentes modalidades históricas de surgimentos e as peculiaridades que se traduz no espaço cidade, nas construções e nas sociabilidades. Mas, também, as relações práticas e simbólicas com os rios e as suas estratégias de uso e manejo dos recursos naturais. Esta temática, por ser clássica, se coloca na ordem do dia e requer um olhar renovado para se compreender as modalidades históricas de surgimento e funcionamento das cidades e rios no Brasil, consequentemente em Goiás. Afinal existem inúmeros ângulos pelos quais uma cidade pode ser analisada.
No Brasil alguns núcleos urbanos se originaram nas terras desertas do norte do centro-oeste com a atividade de mineração. Aquelas, palmilhadas por Amaro Leite Moreira, ficaram denominadas como sertão de Amaro Leite. O que aqui se trata por "Sertão Amaro Leite” no século XIX, corresponde a uma grande área da Capitania de Goiás, mais precisamente no chamado ‘sertão goiano" que compreendia as áreas do norte da província, situadas próximas aos rios Maranhão e Araguaia. De solos férteis, habitadas por índios, mas propensas à prática das atividades agropecuárias.
O município de Amaro Leite encontra-se encravado entre as duas principais bacias hidrográficas de Goiás, rio Araguaia a oeste e o rio Tocantins a leste. O núcleo citadino de Amaro Leite é um dos mais antigos lugares de Goiás. As primeiras casas da localidade foram construídas em 1742, quinze anos após a fundação de Vila Boa, antiga capital do Estado.
Nossa escolha recaiu sobre a cidade-beira Amaro leite, pois há um elo importante do rio do Ouro na configuração histórica e geográfica do seu respetivo espaço urbano. Aqui elegi a cidade de Amaro Leite com toda sua singularidade setecentista, mas que durou no tempo e no espaço até meados do século XX quando foi transferida para outra localidade do município sendo denominada por Mara Rosa.

Gercinair Silvério Gandara
Docente da Universidade Estadual de Goiás. Pós-Doutora em História Universidade Federal de Goiás (2009-2014). Doutora em História Social pela Universidade de Brasília (2008). Coordenadora Geral do LHEMA (Laboratório de História e Estudos Multidisciplinares em Ambientes). Líder do Grupo de Pesquisa História Ambiental: territórios, sociedades e representações e do Grupo de Pesquisa Rios e Cidades na História do Brasil.


Painel 2 | 20 ANOS DE EXPO 98 - MUTAÇÕES

Moderador: Carlos H. Ferreira

Arquiteto, Mestre em Planeamento Regional e Urbano pela Universidade Técnica de Lisboa e Doutorado em Urbanismo pela Escuela Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona. Professor na Secção de Urbanismo do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Docente e coordenador de várias unidades curriculares nos cursos de doutoramento em arquitetura e em urbanismos.
Membro do Centro de Investigação em Arquitetura e Urbanismo e Design (CIUD, onde coordena vários projetos de investigação, incidindo sobre Projeto, Urbanismo e Turismo.
Fundou e coordena desde 2002 o Gabinete de Estudos, Sistemas e Tecnologias de arquitetura e Urbanismo (GESTU).
Foi representante em vários órgãos universitários, incluindo o Senado Universitário, a Assembleia de Representantes da Universidade, o Conselho Científico e o Conselho de Gestão da Faculdade de Arquitetura.
Conferencista e autor de diversos livros e artigos nacionais e internacionais.
Vice-Presidente da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

EXPO 98/ Parque das Nações, um laboratório na cidade
Carlos H. Ferreira, Catarina Maurício, Joana Pereira (GESTU)

Os tecidos urbanos, as suas morfologias e arquiteturas revelam-nos uma certa inércia na transformação da cidade. Muitas das áreas mais antigas são o reflexo de séculos de justaposições e sobreposições de estruturas urbanas e arquitetónicas que se mantém no tempo com poucas alterações. Ocasionalmente ocorrem transformações urbanas mais expressivas, grande parte delas nas áreas periféricas, disponíveis para a expansão ou em áreas mais centrais vítimas de catástrofes naturais ou humanas, como no caso da Baixa Pombalina. A zona oriental foi objeto de uma importante operação de regeneração urbana no contexto da realização da Exposição Universal de 1998 – EXPO 98, marcada pela globalização mais recente associada às novas redes de informação e comunicação, assim como, o despertar para os apelos à sustentabilidade, impulsionadas pela reformulação ou reforço da europa no mundo. O caráter efémero desta operação desperta-nos para a mudança de velocidade das transformações urbanas que lhe estão associadas, rápidas e suportadas em processos de financiamento mais fluidos, com sinergias próprias onde se exalta o poder da inovação, da tecnologia e da comunicação, ou mais recentemente do marketing urbano.

Carlos H. Ferreira, Catarina Maurício, Joana Pereira (GESTU)
O GESTU - Gabinete de Estudos e Sistemas em Tecnologias da Arquitetura e Urbanismo - é um grupo constituído por investigadores e docentes universitários da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Este grupo desenvolve, desde 2001, projetos e consultoria em arquitetura e urbanismo. No início de 2017, integrou o Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD). Entre os vários de focos de investigação, salientam-se linhas e projetos que incidem sobre as formas e processos da expansão das áreas metropolitanas, os limites do projeto e da própria cidade, a identidade dos bairros, bem como, a reabilitação urbana e a sua relação e impactos no turismo. A investigação é orientada por um compromisso entre a reflexão teórica e crítica sobre o território e uma forte componente laboratorial, suportada no valor do desenho da cidade. O trabalho aponta para a necessidade de melhorar as relações entre uma leitura morfo-tipológica e outras componentes como as políticas urbanas, as dinâmicas económicas e os conteúdos sociais. O desenho é assumido, desta forma, como um processo de maior complexidade que envolve um aprofundamento crítico sobre a teoria e prática de projeto. Integrando estas inquietações foi criado o laboratório urbano, LxLAB (investigação sobre o território de Lisboa), pelo Professor Doutor Carlos Henriques Ferreira com a colaboração das Mestres Arquitetas Catarina Maurício e Joana Pereira.

O espaço público e a paisagem. A relação com o rio Tejo
Carlos Ribas

O Parque do Tejo e Trancão na EXPO’98 A operação EXPO’98 constituiu um marco determinante para a Arquitectura-Paisagista portuguesa pelo que significou de consolidação de processos e de questionamento da essência do ‘fazer Paisagem’ na Europa de fim de século. A comunicação aborda, sucintamente, o processo de implementação do mais significativo parque urbano da região de Lisboa, num sítio de enorme complexidade territorial: desde a definição em plano de urbanização, passando pelo concurso internacional, pela articulação intensa de projetos, pelas sucessivas fases de construção, até aos momentos de gestão e de integração na estrutura verde do espaço estuarino.

Carlos Ribas
Carlos Ribas, Lisboa 1966. Arquiteto-Paisagista (Instituto Superior de Agronomia – UTL). Desenvolveu grande parte da sua carreira profissional com João Nunes, na PROAP (http://www.proap.pt), empresa da qual foi managing partner entre 2001 e 2014. Trabalhou, enquanto projetista e chefe de projeto, em processos de Paisagem, em algumas das operações mais marcantes da história portuguesa contemporânea: Exposição Mundial EXPO’98 Lisboa; PORTO 2001 Capital Europeia de Cultura; EURO 2004 Campeonato de Futebol; Programa POLIS; Programa de Modernização do Parque Escolar; Requalificação da Frente Ribeirinha de Lisboa. Leccionou na Escuela Tècnica Superior d’Arquitectura de Barcelona (2003, 2009 e 2012), na Univ. Católica Portuguesa – Viseu (2005-2007); foi Formador na Univ. dei Studi di Sassari, Sardenha (2007). Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Portuguesa dos Arquitectos-Paisagistas no biénio corrente.

O projeto urbanístico 20 anos depois
Manuel Villaverde Cabral

Sirvo-me do título da segunda parte do romance de aventuras de Alexandre Dumas Os três mosqueteiros. Com efeito, faz exatamente 20 anos que escrevi um breve texto de conclusão, a convite do sociólogo urbano Vítor Matias Ferreira, coordenador do estudo A CIDADE DA EXPO ’98 (1999), onde eu fazia algumas hipóteses sobre os possíveis resultados da operação «Expo». Em função dessas hipóteses (políticas, económicas, sociais, culturais e urbanísticas), apresentarei hoje as principais conclusões que consigo tirar vinte anos depois. Como previam os autores do citado estudo, a operação EXPO ’98 terá sido bem-sucedida no plano político da «propaganda nacional-governamental» e no plano económico da especulação imobiliária, mas terá falhado nas promessas de então relativas aos custos da operação, à reabilitação da Lisboa oriental e da sua integração socio-cultural, bem como no plano urbanístico ao falhar a integração da nova urbanização no resto da cidade da qual continua segmentada – material e simbolicamente – pela via-férrea.

Manuel Villaverde Cabral
Licenciado em Letras pela Universidade de Paris e doutorado em História pela Ecole des Hautes-Etudes en Sciences Sociales. É atualmente investigador jubilado do Instituto de Ciências Sociais do qual foi diretor, assim como foi vice-reitor da Universidade de Lisboa e diretor da Biblioteca Nacional. Foi investigador em Oxford de 1976 a 1979 e professor visitante em Madison-Wisconsin (USA), King’s College London, EHESS-Paris e IUPERJ-Rio de Janeiro. É autor de uma obra sobre a sociedade portuguesa contemporânea com mais de cem títulos e é colaborador da grande imprensa desde 1958.


Manter viva a memória dos Descobrimentos em Lisboa
José Manuel Garcia
A chegada de Vasco da Gama à Índia em 1498 foi comemorada quinhentos anos depois na Expo 98. Ao recordar este evento importa vê-lo como uma iniciativa destinada a manter viva a memória de um processo tão importante como é o dos Descobrimentos. A sua História deve continuar a ser trabalhada em Lisboa, realçando a noção de ter sido aqui que eles se iniciaram, pois estamos perante um tema tão decisivo para a História da Humanidade onde a nossa cidade teve grande protagonismo.

José Manuel Garcia
Doutorou-se em História pela Universidade do Porto. Foi membro da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Pertence à Academia Portuguesa da História e à Academia de Marinha, sendo investigador no Gabinete de Estudos Olisiponenses da Câmara Municipal de Lisboa.
Participou na organização de exposições, congressos e conferências tendo publicado abundante bibliografia sobre História de Portugal e dos Descobrimentos, nomeadamente sobre o infante D. Henrique, Cristóvão Colombo, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Afonso de Albuquerque e Lisboa.

Centro de Informação Expo 98
Miguel Arruda

O conceito do Centro de Informação da Expo98 deve-se à intenção do Dr. António Mega Ferreira de construir um edifício que pelo seu posicionamento permite-se visualizar a construção da Expo e, pelo conceito expositivo do seu espaço interno, divulgar nacional e internacionalmente a Expo98.
A forma desta construção deve-se à reutilização da estrutura metálica utilizada na cobertura do páteo do Museu Soares dos Reis, aquando da exposição aí realizada para lançamento da Expo98.

Miguel Arruda
Desenvolve o seu trabalho nas áreas da Escultura, Design e Arquitetura. Tem sido apresentado e publicado em Portugal e no estrangeiro, destacando-se: 2010 Escultura Habitável (CCB), 2012 Trienal de Milão, 2013 Retrospectiva (MUDE) e 2016 O Desenho da Luz (Museu Nacional do Azulejo).
Prémios e nomeações: 2008, 2009 e 2010 para o WAF Award; 2011 nomeação Mies Van Der Rohe; 2016 Iconic Awards; 2016 e 2017 Building of the year .
No Design: Red Dot Design Award 2016 e 2017; Good Design 2016 e 2017; Silver A'Design Award 2016, 2017 e 2018; German Design Award 2018.


Comissão Científica:
Alan Kardec Pachêco Filho (Universidade Estadual do Maranhão)
Carlos Guardado da Silva (Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, centro de Estudos Clássicos)
Carlos Ferreira (Fac. Arquitetura, UL)
Gercinair Gandara (Universidade Estadual de Goiás)

Comissão Organizadora:
Ana Saraiva (CML-Arquivo Municipal)
Catarina Maurício (Fac. Arquitetura, UL)
Helena Neves (CML-Arquivo Municipal)
Joana Pereira (Fac. Arquitetura, UL)
Marta Gomes (CML-Arquivo Municipal)



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