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1.º Prémio, "x-aequo": "Próxima paragem" de Florence (Weyne) Robert e "Sounds of silence" de Mohammed Boubezari
Menções honrosas: "Stones on the path" de Diogo Pessoa de Andrade, "Indignação" de Mário Pereira, "MATA: Quinta das Conchas e dos Lilases" de Miguel Cortes Costa, "Manifestação Estudantil pelo clima - com os jovens" de Rita Brás e Inês Abreu e !A tinta esbate-se em forma de onda" de Carina Martins.
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| Próxima paragem Florence (Weyne) Robert, 2019, 7’30’’, Portugal
FICHA TÉCNICA
Imagem: Florence Weyne Robert Língua original: Português Legendagem: Inglês/ Francês Argumento: Florence Weyne Robert Som: Florence Weyne Robert/ Benjamin Laurent Edição: Florence Weyne Robert Produção: Florence Weyne Robert Autoria da fotografia no filme: Florence Weyne Robert
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SINOPSE
No coração de Lisboa, um bairro a beira Tejo, poucas ruas entre a linha de comboio e o Rio. Velhotes vivem seus últimos momentos de vida enquanto prédios luxuosos estão sendo construídos na beira do Rio, desenhando assim uma nova camada social neste bairro praticamente abandonado. Meus encontros se deram em um café ali numa esquina, e principalmente com mulheres de idade do bairro. Elas me contam o bairro, o seu presente, o seu passado através de suas próprias vidas. A neblina encobre muitas vezes partes do bairro pelas manhãs, assim como simboliza o futuro incerto destes velhos habitantes e nos conta como a natureza interfere nas evoluções inerentes a redistribuição urbana da cidade. |
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| Sounds of silence
Mohammed Boubezari, 2020, 11’, Portugal estreia mundial
FICHA TÉCNICA
Imagem: Mohammed Boubezari Língua original: Português Legendagem: Inglês Som: Mohammed Boubezari Edição: Mohammed Boubezari Autoria da fotografia no filme: Mohammed Boubezari |
SINOPSE
Sounds of silence é um retrato de Lisboa durante o período de confinamento em 2020 por causa do novo coronavirus. Era necessário imortalizar as paisagens sonoras de Lisboa e compartilhar essa realidade que os Lisboetas não tiveram a oportunidade de experimentar. É apresentado em três capítulos: o primeiro destaca as paisagens sonoras calmas, o segundo, algumas paisagens sonoras interiores e o terceiro as paisagens sonoras predominantemente motorizadas. Alguns retornos aos locais já apresentados permitem ver a diferença com ou sem ruído motorizado. Foi dada uma grande atenção à gravação de áudio para uma restituição mais realista e, para esse efeito, o uso de auscultadores é essencial para uma experiência imersiva.
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| Stones on the path
Diogo Pessoa de Andrade, 2017, 1’, Portugal
FICHA TÉCNICA
Imagem: Diogo Pessoa de Andrade Língua original: Português Legendagem: Inglês Argumento: Diogo Pessoa de Andrade Som: Diogo Pessoa de Andrade Edição: Diogo Pessoa de Andrade Produção: Diogo Pessoa de Andrade Créditos (em ordem de aparência): Aldomiro Manuel Rocha dos Santos, Pedro da Silva Baptista Música original (improvisação) de: um homem à beira do rio Autoria da fotografia do filme: Diogo Pessoa de Andrade
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SINOPSE
Um documentário de 1 minuto sobre como as pedras do rio mudaram a vida de dois homens para melhor. Dois homens que moram em um centro de acolhimento (lar residencial ou abrigo para sem-teto) encontraram uma maneira de ganhar a vida através da arte urbana e isso mudou suas vidas para melhor.
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| Indignação
Mário Pereira, 2017, 2’28’’, Portugal estreia mundial
FICHA TÉCNICA
Autoria da fotografia do filme: Mário Pereira Edição: Mário Pereira Imagem: Mário Pereira Som: Mário Pereira Produção: Mário Pereira
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SINOPSE
Uma Árvore barbaramente assassinada nesta Cidade que se quer verde. |
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| Mata: Quinta das Conchas e dos Lilases
Miguel Cortes Costa, 2020, 5’26’’, Portugal estreia mundial
FICHA TÉCNICA
Imagem: Miguel Cortes Costa Idioma: Português Argumento: Miguel Cortes Costa Som: Miguel Cortes Costa Edição: Miguel Cortes Costa Animação: Carolina Castro Almeida Música Original: Miguel Pinheiro Autoria da fotografia no filme: Miguel Cortes Costa
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SINOPSE
"MATA” trata-se de uma experiência que nos leva a conhecer de forma íntima a Mata - área pertencente à Quinta das Conchas e dos Lilases - o terceiro maior espaço verde de Lisboa. A Mata não só preserva espécies nativas que se misturam com a vegetação plantada, como a sua densidade alberga um submundo de pequenos animais que conseguem viver na capital. A câmara, geralmente rasante ao chão, aproxima-nos dos pequenos pormenores que são completados pelo som de fundo da cidade e do chilreio das aves que não vemos. Este passeio sensorial leva-nos a divagar num espaço que ainda preserva na vegetação, a memória de uma zona rural antiga que, antes do século XX, caracterizava os arredores de Lisboa.
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| Manifestação estudantil pelo clima – com os jovens
Rita Brás e Inês Abreu, 2019, 6’41’’, Portugal estreia mundial
FICHA TÉCNICA
Argumento: Rita Brás e Inês Abreu Imagem: Rita Brás e Inês Abreu Som: Rita Brás e Inês Abreu Edição: Rita Brás e Inês Abreu Produção: Rita Brás e Inês Abreu
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SINOPSE
Será que vamos conseguir mudar e construir um novo futuro ? Ou "já está tudo fodido"? No dia 24 de maio de 2019 aconteceu a segunda Greve Climática Estudantil, movimento iniciado pela jovem sueca Greta Thunberg, que desde o ano passado iniciou uma greve às aulas, como forma de chamar a atenção para a necessidade de mais acção face às alterações climáticas. 111 países aderiram aos protestos, e em Portugal, em mais de 33 localidades crianças e jovens saíram às ruas para expressar a sua indignação. Em Lisboa, estivemos a ouvir os estudantes da Escola Alemã, Escola Secundária António Damásio, Universidade Nova de Lisboa, e Escola Secundária dos Casquilhos.
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| A tinta esbate-se em forma de onda
Carina Martins, 2016, 10’41, Portugal
FICHA TÉCNICA
Imagem: Carina Martins Língua original: Português Som: Jez Riley French Edição: Carina Martins |
SINOPSE
Natura (physis) vem do grego, é aquilo que brota, aquilo que está a nascer, é o renascimento em acto constante. Aliado a uma curiosidade em explorar os clássicos da pintura japonesa no tema da natureza (paisagens, árvores e plantas) e que habitualmente está ligada às variações sazonais e ao tempo, houve um interesse na relação entre, por um lado, o constante crescimento dos elementos naturais e, por outro, a aparente fixidez das intervenções humanas. A intenção foi explorar as variações de luz com foco em pormenores da natureza numa constante transformação do espaço, através de sobreposições de imagens emitidas por janelas de uma estufa no Jardim Botânico da Ajuda.
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