Notas biograficas

 
 
 
Notas biográficas dos convidados







Alexandra do Carmo vive e trabalha em Lisboa, frequenta o doutoramento em Estudos Artísticos na Universidade Nova de Lisboa, FSCH, é presentemente bolseira da FCT e da Universidade Nova, estudou no Whitney Museum Independent Study Program e no Pratt institute ambos em Nova Iorque, e no Ar.Co em Lisboa.

Projetos mais relevantes:

O Ateliê Verde no IC19, 2018, Sismógrafo, Porto, Studio Socialis 2014, Galeria Carlos Carvalho (GCC), Lisboa, Tudo foi captado (mesmo os movimentos do cabrito), 2011, Galeria Quadrum, Lisboa, Office/Commercial 2008 GCC, A Willow (Or without Godot), 2006, Irish Museum of Modern Art, Dublin.
A sua pratica artística centra-se no ateliê como campo conceptual de estudo; um filtro através do qual e com o qual investiga a interdependência entre o/a artista e o espaço público, revelando as dinâmicas, condições e limites da autoria. A sua area teórica de investigação é o conceito de Autonomia Artística de Uso Público, nas práticas de caracter social nos Estados Unidos da América nos últimos vinte anos.


Ana Alcântara é doutorada em História Contemporânea, pela FCSH-UNL. Tendo mestrado em Ciência e Sistemas de Informação Geográfica (ISEGI – UNL) e licenciatura em História variante Arqueologia (FCSH-UNL).
Investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (FCSH-UNL) deste 2008 e docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal desde 2018. Tem-se dedicado à História Urbana, da Indústria e dos Transportes portugueses entre o século XIX e o século XX. Encarando o território, o espaço físico habitado pelascomunidades, como variável fundamental para a compreensão dos fenómenos e processos
históricos.Na sua investigação Espaços da Lisboa Operária. Trabalho, habitação, associativismo e intervenção operária na cidade na última década do século XIX identifica singularidades nas vivências operárias das comunidades que habitavam e trabalhavam na zona oriental da Lisboa desse período.

Autora de:

Espaços da Lisboa Operária. Trabalho, habitação, associativismo e intervenção operária na cidade na última década do século XIX, Tese de Doutoramento, FCSH-UNL, 2018;
"Uma geografia da Lisboa operária em 1890”, Atas do I Congresso de História do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal, 2016, pp. 38-52;
Caminho-de-ferro e População na Cova da Beira (1878 - 1930). Um modelo de acessibilidade, Dissertação de Mestrado, ISEGI-UNL, 2011;
"A indústria conserveira e a evolução urbana de Setúbal, (1854-1914)”, MUSA – Museus, Arqueologia & Outros Patrimónios, vol. 3, 2010, pp. 237-247

Co-autora, entre outros, dos artigos:

"Population and Railways in Portugal (1801 – 1930)”, História, Património e Infraestruturas do Caminho-de-Ferro: Visões do Passado e Perspectivas do Futuro, 2014, pp. 63 – 89; "The Evolution of Population Distribution on the Iberian Peninsula: A Transnational Approach (1877-2001)”, Historical Methods: A Journal of Quantitative and Interdisciplinary History, 2013, pp. 157-174; "The impact of railroad accessibility on the population of Portugal’s Inland North Region (1878-1930).The Tua and the Beira Baixa lines”, Railroads in Historical Context: construction, costs and consequences, 2012, pp.95-117;
"Caminhos-de-ferro, população e desigualdades territoriais em Portugal, 1801-1930”, Ler História, nº 61, 2011, pp.7-39


Catarina Alves Costa é realizadora e antropóloga. Realizou, entre outros filmes, Senhora Aparecida (1994), Swagatam (1998) Mais Alma (2000), O Arquitecto e a Cidade Velha (2004), Nacional 206 (2009) Falamos de António Campos (2010) Pedra e Cal (2016) e recentemente compartilha a realização de Um Ramadão em Lisboa (2019). Estudou Antropologia Social, fez o Mestrado em Antropologia Visual no Granada Centre for
Visual Anthropology da Universidade de Manchester, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e o Doutoramento na Universidade Nova de Lisboa com a tese Camponeses do Cinema. Representações da Cultura Popular no Cinema Português. Em 2000 fundou, com Catarina Mourão, a produtora Laranja Azul onde produziu filmes de Daniel Blaufuks, Sílvia Firmino e João Ribeiro, entre outros. É Professora Auxiliar da Universidade Nova de Lisboa e Coordenadora do Mestrado em Antropologia – Culturas Visuais.

Coordena o Laboratório Audiovisual, Pólo FCSH do Centro em Rede em Antropologia / CRIA. Organizou para a Cinemateca / Museu do Cinema os Arquivos Etnográficos de Margot Dias filmados em Moçambique e Angola entre 1958 e 1961. Ensina também nos mestrados e doutoramentos da Universidade de São Paulo, no Brasil, e na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Barcelona.



Eduardo Ascensão é investigador no Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. Antropólogo com doutoramento em Geografia Urbana, tem trabalhado sobre informalidade urbana, pós-colonialismo e migração em cidades de língua portuguesa, bem como sobre políticas de cidade. Entre as suas publicações encontram-se The slum multiple(2015) e When experts meet informal settlers (2016). Presentemente desenvolve um projecto de investigação sobre paradigmas de intervenção em assentamentos informais em cidades de língua portuguesa.


Luís Santiago Baptista é arquiteto e desenvolve uma atividade multifacetada, compreendendo a prática profissional, a docência universitária, a crítica de arquitetura, o comissariado de exposições e a edição de publicações. É mestre em Cultura Arquitectónica contemporânea (FA-UTL) e doutorando em Cultura Arquitectónica e Urbana (DARQ-UC). Foi assistente convidado na FA-UTL e é actualmente professor auxiliar convidado na ESAD-CR e ECATI-ULHT.


Investigadora e arquiteta; tem desenvolvido trabalho em espaços urbanos marginais, entretecendo práticas espaciais, discursivas, pedagógicas e performativas com o desenho de imaginários urbanos radicais. A sua investigação aborda a dimensão política e social do espaço urbano, questionando tanto a fragmentação como a crescente desigualdade espacial; simultaneamente estuda e desenvolve projetos que experimentam in situ formas de organização socio-espacial alternativas, analisando criticamente as suas possibilidades e limitações. É doutoranda em arquitetura no ISCTE- IUL. Joana é membro do baldio | estudos de performance, onde desenvolve práticas curatoriais, editoriais e pedagógicas. 


Professora Catedrática em Filosofia / Estética pela Universidade Nova de Lisboa. Investigadora do Instituto de Filosofia da Linguagem da Universidade Nova de Lisboa / IFILNOVA. Fez o Doutoramento em 1992 sobre O Pensamento Morfológico de Goethe. Membro do Conseil Scientifique do Collège International de Philosophie entre 2003 e 2009.
Desde 1978 escreve sobre problemas de estética, enquanto problemas de conhecimento e de linguagem, para revistas de filosofia e de literatura, entre outras, Filosofia e Epistemologia, Prelo, Análise, Revista Ler, Sub-Rosa, A Phala, Internationale Zeitschrift für Philosophie, Philosophica, Dedalus, Rue Descartes, La Part de l’Oeil, Cadernos Nietzsche, Lettre International, Electra. Desde 1984 escreve para catálogos e outras publicações sobre arte e artistas, portugueses e estrangeiros.

Últimas publicações (seleção):

O Químico e o Alquimista. Benjamin leitor de Baudelaire, Relógio d’Água, Lisboa, 2011. Prémio Pen-Clube 2012 para o ensaio. As Nuvens e o Vaso Sagrado, Relógio d’Água, Lisboa, 2014. Depósitos de Pó e Folha de Ouro, Lumme, São Paulo, 2016. Rebuçados Venezianos, Relógio d’Água, Lisboa, 2016. Prémio AICA 2017. "Was weiß Louise Bourgeois, das ich nicht weiß?”, Lettre International Nº114, Herbst 2016, Berlin. "Green Leaves, Green Sorrows. On Víctors’ Erice Broken Windows” in ThinkingReality and Film through Time, Cambridge, 2017. Cerimónias, Chão da Feira, Belo Horizonte. Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais, Relógio d’Água, Lisboa, 2017. Prémio Pen-Club 2018 para Ensaio. "Cada época sonha com a seguinte”/ "Each Epoch dreams the One to Follow”, Revista Electra, Março 2018, Trimestral, Fundação EDP.


Nasceu em Lisboa em 1965. Estudou fotografia no Ar.Co. em Lisboa (1984/85); licenciou-se em História, na Universidade Lusíada, Lisboa, em 1992; fez o mestrado em Imagem e Comunicação no  Goldsmith’s College, em Londres em 1997 e o doutoramento em Estudos de Fotografia, na Universidade de Westminster, Londres em 2011. 
É investigador integrado do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.
O seu trabalho fotográfico tem como interesse lugares, paisagem,  arquitetura e espaço público. As fotografias têm uma filiação descritiva, e quando reunidas em série, tentam ensaiar um ponto de vista crítico sobre os assuntos e os lugares fotografados. Persiste a ideia de associar paisagem e arquitetura (objeto) a contexto evolvente e uso quotidiano, explorando a  possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico como uma alegoria do lugar comum. Estes trabalhos têm sido expostos e editados regularmente desde 1997.



Susana Ventura é arquiteta de formação (darq-FCTUC, 2003), contudo prefere dedicar-se à investigação, à escrita e à curadoria, cruzando diferentes áreas do conhecimento. Gosta de pensar sobre arte, arquitetura, fotografia, cinema e dança, e ensaiar, ora em textos, ora em exposições, outras possibilidades de pensamento. Doutorou-se em Filosofia, na especialidade de Estética, sob orientação científica de José Gil (FCSH-UNL, 2013) e é, actualmente, investigadora no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP). Foi curadora de "Utopia / Distopia” (com Pedro Gadanho e João Laia, MAAT, 2017) e de "A Casa da Democracia: entre Espaço e Poder” (Casa da Arquitectura, 2018). Em 2014, recebeu o Prémio Fernando Távora. Entre várias publicações, os seus textos podem ser lidos, regularmente, na revista de arte Contemporânea.



pesquisa
 
AGENDA