![]() André Kertész : la biographie d'une oeuvre Data: 1994 Cota: BIO BIO KER KERTÉSZ, André, 1894-1985 Nasceu em Budapeste, Hungria, (1894-1985). Iniciou a sua carreira como fotógrafo de rua e ficou conhecido pela inovação e por estar à frente do seu tempo quer nas suas composições, quer no ensaio fotográfico. Em 1912 sentiu-se atraído pela fotografia comprou a sua primeira câmara, e aprendeu a profissão como autodidata. Com 20 anos serviu o exército Austro-Húngaro e documentou a guerra na Europa Central. Em 1917 as suas fotografias foram publicadas pela primeira vez na revista Érdekes Újság. O trabalho que mais se destacou nesta época, "Underwater Swimmer, Esztergom", cuja imagem é distorcida pela água vai ser explorado posteriormente, depois de ter emigrado para França, em 1925, onde mudou o seu nome de Andor para André. Em Paris, o seu trabalho foi publicado em várias revistas europeias como a Vu, Art et Medecine, the London Sunday Times, Berliner Illustrirte Zeitung, e UHU e em 1927 teve a sua primeira exposição individual. Nos anos seguintes, continua a ter sucesso e em 1930 na Exposição Coloniale foi premiado pelos serviços prestados à fotografia. Em 1933 publicou o livro "distorções", um dos seus projetos fotográficos mais conhecidos e "Enfants”, o seu primeiro livro de fotografias pessoais. Emigra para Nova York em 1936, altura em que se verifica a perseguição aos judeus e vai trabalhar para a empresa Keystone. Entre 1937-1949, fotografa para importantes revistas como a Look, Haper´s Bazaar, Vogue, Collier´s, e Town and Country, produzindo editoriais de moda e decoração. Em 1945 publicou o livro "dia de Paris” que lhe trouxe de novo sucesso e um contrato com a "Casa e Jardim” até 1962. A partir desta data começa a trabalhar de novo individualmente e a ganhar reconhecimento internacional, participando em exposições por todo o mundo. Dedica-se a produzir ensaios e à exibição e publicação da sua obra. O seu estilo fotográfico influenciou Henry Cartier-Bresson, Robert Cappa e Brassai, de quem se tornou grande amigo. Hoje é considerado o pai do jornalismo e um dos maiores fotógrafos do mundo que explorou todas as possibilidades da arte fotográfica e criou imagens únicas. Otília Esteves Arquivo Municipal de Lisboa Bibliografia:
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