|
Brassaï: The Eye of Paris Autor: Tucker, AnneTítulo: Brassaï:The Eye of Paris Data: 1998 Cota: FOT AUT BRA Brassaï, 1899-1984 Gyula Halász nasceu em 1899 em Brassó, Transilvânia, Hungria, hoje Brasvo, Romênia e faleceu em 1984, em Nice, França. O pseudônimo Brassaï está ligado ao local onde nasceu. De 1918 a 1922 - estudou na Academia de Arte em Budapeste e na Akademische Hochschule, em Berlim. Entre 1924-1930 - Trabalhou como pintor, escultor e jornalista em Paris, onde teve contacto com artistas como Picasso, Dali Kandinsky, Kokoschka, Moholy-Nagy, além de músicos reconhecidos como Verese e aquele que foi seu melhor amigo, o pintor húngaro Lajos Tihany. Aí conheceu Eugene Atget, que influenciaria a parte final da obra de Brassaï e mais tarde, o seu compatriota André Kertész. Foi também em Paris que se apaixonou pela cidade e pela câmara, uma Voightlander, que o acompanharia por muitos anos. Entre 1930-1940 trabalhou como fotógrafo independente para as revistas Verve, Minotauro e Harper’s Bazaar. A noite parisiense exerceu um enorme fascínio sobre ele. Adotou Paris após a Primeira Guerra Mundial e foi um de seus fotógrafos mais consagrados. Henry Miller apelidou-o de "O olho de Paris”, pela forma intensiva como capturou a vida da cidade, sobretudo à noite. Da sua vivência noturna resultou o seu primeiro livro, Paris at Night onde registou, a cidade, mas também a sociedade que frequentava os bares e as ruas parisienses. À medida que Brassai fotografava a vida parisiense, a sua fama crescia a nível internacional e os seus trabalhos foram objeto de exposições no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, no George Eastman House em Rochester e no Art Institute em Chicago entre outros, e publicados em muitas revistas. Durante a ocupação da França pela Alemanha nazista foi proibido de exercer a sua profissão. No entanto, Brassai continuou o seu trabalho noutras artes como desenho, poesia, escultura e da sua amizade com Picasso resultou o livro Conversas com Picasso. Após a morte de Carmel Snow, editor da revista Harper's Bazaar, em 1962, Brassaï abandona a fotografia para se dedicar à impressão e edição do seu trabalho. Otília Esteves Arquivo Municipal de Lisboa Bibliografia:
|
||
|
|